educadores: Kena, Ana Maria, Tira, Alex, Melissa, Tamires, Bruna
educandos: Jandira, Luzia, Aparecida, Cida, Elza, Valtuízo, Fabiano, Fabiana, Salete
A aula começou com a retomada da idéia dos lotes. Pedimos que quem estivesse com eles já prontos pegasse. E quem não tivesse participado da atividade do lote começasse a pensar no seu próprio lote. Conversamos sobre o significado daquelas folhas. Daí a Kena entrou com a noção de representação do espaço e diferenciou aquela folha de lote da idéia do mapa (representação de algo que existe). Antes de iniciar as atividades coloquei para a classe que todas as atividades desenvolvidas em sala de aula eram atividades do EJA, que envolviam um aprendizado de outras formas de linguagem, não somente das letras.
A Kena pediu então que as pessoas começassem a desenhar um mapa do acampamento. A partir daí nos dividimos na sala. Algumas noções como os marcos geográficos e as referências começaram a ser trabalhadas. De acordo com o nosso planejamento essa era a aula para fechar a atividade dos lotes e iniciar o a frente geografia, digamos assim, sem comprometer as atividades do tema gerador.
Com os mapas em mãos começamos a pensar no uso estratégico dos mapas. Demos o exemplo da invasão da PM no acampamento no final de 2007. Perguntamos se sabiam onde apontar naquele mapa os pontos por onde os PM invadiram a área.
Falamos sobre o mapa como um instrumento usado para planejamento desse tipo de ação, que pode servir tanto para os PM e a prefeitura como para o MST e os acampados se defenderem. Muito provavelmente a polícia usou um mapa como aquele que tinham feito para planejar a desocupação.
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