MST - 25 anos de luta!!!!

"Eu suplico aos deuses e aos demônios que protejam o Movimento Sem Terra e a toda sua linda gente que comete a loucura de querer trabalhar, neste mundo onde o trabalho merece castigo. (yo suplico a los dioses y a los diablos que protejan al movimiento sin tierra, y a toda su linda gente que comete la locura de querer trabajar, en este mundo donde el trabajo merece castigo)."
Eduardo Galeano – escritor


"O MST é a mais democrática organização social que o Brasil tem ou que já teve. Não esquece as necessidades individuais de cada um dos seus integrantes como costumam fazer as organizações políticas e é capaz de conjugá-las com as necessidades mais amplas da luta pela terra. Não só da luta pela terra, mas da luta pela emancipação do Brasil. Não só do Brasil como nação, mas dos brasileiros como gente."
Augusto Boal - diretor artístico do Centro do Teatro do Oprimido do Rio de Janeiro



terça-feira, 21 de abril de 2009

Aula EJA 16 de abril, quinta-feira

[escrito por João Magalhães]

Na aula de quinta-feira estavam presentes: Cida, Luzia, Tuízo, Gláucia, João, Tamires e Rodrigão.

Começamos tocando a música Admirável Gado Novo (Vida de Gado) do Zé Ramalho.

Vocês que fazem parte dessa massa,
Que passa nos projetos, do futuro
É duro tanto ter que caminhar
E dar muito mais, do que receber.
E ter que demonstrar, sua coragem
A margem do que possa aparecer.
E ver que toda essa, engrenagem
Já sente a ferrugem, lhe comer.

Eh, ôô, vida de gadoPovo marcado, ê
Povo feliz
Eh, ôô, vida de gadoPovo marcado, ê
Povo feliz

Lá fora faz um tempo confortável
A vigilância cuida do normal
Os automóveis ouvem a notícia
Os homens a publicam no jornal
E correm através da madrugada
A única velhice que chegou
Demoram-se na beira da estrada
E passam a contar o que sobrou.

Eh, ôô, vida de gadoPovo marcado, ê
Povo feliz
Eh, ôô, vida de gadoPovo marcado, ê
Povo feliz

O povo, foge da ignorância
Apesar de viver tão perto dela
E sonham com melhores, tempos idos
Contemplam essa vida, com a cela
Esperam nova possibilidade
De verem esse mundo, se acabar
A arca de Noé, o dirigível
Não voam, nem se pode flutuar,
Não voam nem se pode flutuar,
Não voam nem se pode flutuar.

Eh, ôô, vida de gado
Povo marcado, ê
Povo feliz
Eh, ôô, vida de gado
Povo marcado, ê
Povo feliz

Fizemos interpretação dos versos da primeira estrofe interpretando-as. Luzia e Cida estão lendo muito bem e interpretaram os versos. Tuízo ainda tem dificuldades na leitura, mas já está entendendo muitas coisas; nota-se o progresso e o esforço dele em relação às aulas. A Gláucia também particpou da aula, mas não fizemos atividade em separado com ela. Continuaremos a aula de quinta terminando a música e as leituras - relacionando com o tema "Violência".

Rodrigão pode complementar com os debates políticos que foram feitos nesse dia.

Na aula de quinta que vem vamos também ver vários problemas levantados na primeira estrofe.

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