Esse fds, eu e o Tira tínhamos combinado de programar a aula do EJA dessa semana. Acabamos sentando somente na segunda-feira, buscando como equacionar a proposta que tinhamos nos disposto a desenvolver na aula que daríamos na terça-feira. A idéia era que desenvolvéssemos uma "dinâmica" nos moldes da que é feita pelo 13 de maio, acerca da explicação da mais-valia numa situação isolada, restrita somente a uma fábrica (pelo que sei é o tal do curso denominado "como funciona a sociedade I"), mas, em vez de tomarmos como exemplo uma fábrica de sapatos - como no original - adaptaríamos a situação para a realidade do campo. Passei grande parte do fim de semana pensando em como fazer isso e sei que o Tira também separou um bom bocado de seu tempo para tal. O resultado foi que, na segunda, nem eu e nem ele sabíamos ao certo como fazer isso; todas as pessoas com quem conversei também não sabiam exatamente como que fazer. No fim, resolvemos fazer uma outra coisa - que também é muito legal, diga-se de passagem - mas ficou aquela "dívida" de que devemos nos esforçar para resolver essa questao em aberto.
Posto isso aqui pois sei que a divulgação de nosso trampo no Elizabeth não deve ser restrita somente aos relatos das atividades, mas deve também servir de estímulo para a reflexão de algumas questões que nos são postas no meio do processo. Penso que todo trabalho de educação popular e de militância tem isso e que, enquanto grupo e também individualmente, precisamos nos esforçar para encontrar respostas - ainda que sejam provisórias ou passíveis de mudança. neste caso específico, acredito que rolou uma lacuna considerável, relativa ao funcionamento do campo ao longo dos último ano - principalmente da década de 50 para cá - e, principalmente tratando-se de mim, sobre algumas reflexões dentro do próprio MST.
È isso... Achei importante dividir isso com vcs.
MST - 25 anos de luta!!!!
"Eu suplico aos deuses e aos demônios que protejam o Movimento Sem Terra e a toda sua linda gente que comete a loucura de querer trabalhar, neste mundo onde o trabalho merece castigo. (yo suplico a los dioses y a los diablos que protejan al movimiento sin tierra, y a toda su linda gente que comete la locura de querer trabajar, en este mundo donde el trabajo merece castigo)."
Eduardo Galeano – escritor
"O MST é a mais democrática organização social que o Brasil tem ou que já teve. Não esquece as necessidades individuais de cada um dos seus integrantes como costumam fazer as organizações políticas e é capaz de conjugá-las com as necessidades mais amplas da luta pela terra. Não só da luta pela terra, mas da luta pela emancipação do Brasil. Não só do Brasil como nação, mas dos brasileiros como gente."
Augusto Boal - diretor artístico do Centro do Teatro do Oprimido do Rio de Janeiro
Eduardo Galeano – escritor
"O MST é a mais democrática organização social que o Brasil tem ou que já teve. Não esquece as necessidades individuais de cada um dos seus integrantes como costumam fazer as organizações políticas e é capaz de conjugá-las com as necessidades mais amplas da luta pela terra. Não só da luta pela terra, mas da luta pela emancipação do Brasil. Não só do Brasil como nação, mas dos brasileiros como gente."
Augusto Boal - diretor artístico do Centro do Teatro do Oprimido do Rio de Janeiro
terça-feira, 31 de março de 2009
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