Fomos eu (João) e o Bruninho no sábado para a ciranda no Elizabeth Teixeira.
Tivemos alguns problemas de comunicação com a Pilar e a Bia e por tanto não pudemos realizar a atividade planejada no dia 20.
Mesmo assim, conseguimos planejar uma outra atividade que apresentou resultados interessantes:
1- Jogos e brincadeira. Coelinho sai da toca! A brincadeira era conhecida, como de costume. Mesmo assim, conversei com os meninos sobre a regra do jogo. Me lembro que no Fla Maria Favela, o Leal enfatizava essa questão da brincadeira ter múltiplas formas e rgras e que era justamente essa sua riqueza. cada grupo de crianças organiza uma forma de brincar!
Sendo assim começamos o jogo em mais ou menos sete crianças e eu. A primeira dificuldade é que as tocas eram invisíveis na terra e os menores ficavam perdidos. Para isso improvissamos. Ao invés de círculos desenhados na terra, as tocas eram um lixo catado ao nosso redor (latas, garrafas, tijolo e outras coisas ali disponíveis. Começamos jogando eu, Natália, Henrique, Sabrina, Jonas, Joyce, Juju, Nilson e o Samuel.
Outros meninos foram chegando e brincando.
A brincadeira durou pouco e logo passamos aos jogos que eles sugeriam:
- pega pega gelinho
- Roba bandeira
-" Joquen pou" gigante
Neste momento eu e o Bruno achamos melhor separar o9s meninos mais velhos do restante do grupo. (Diego, Matheus, Igos, Nilson e outros...) Pois tudo eles acham chato ou acabam impedindo que os pequenos e as meninas brinquem em bricadeiras mais competitivas.
Minha opinião é que precisamos pesquisar um repertório de jogos cooperativos, uma forma de mostrar aso maiores que eles precisam jogar com os menores e não só ganhar.
2- Leitura. No caminho o Bruninho leu e se apaixoneu pelo livro do Chico Buarque, chapeuzinho amarelo. Então resolvemos lelo para os meninos. Rolou uma roda bacana e uma leitura coletiva. Somente e novamente os meninos mais velhos é que queriam chamar atenção e dificultavam a leitura. Fomos muitgo chatos com eles no sábado, mas acho que foi necessário. Cheguei a usar um impertivo com o igor -se você não tá afim de ler com os outros vpá embora, ninguém ta te prendendo aqui.
3 - Produção (desenhos) No final da história existem os TRONSMONS que é a palavra monstros ao contrário. Pedimos para que eles desenhassem um tronsmon. Podiam inventar, copiar do livro e coisas do tipo. Rolou, eles desenharam, mas não eram bem os trnonsmons que havíamos pensado. Conversei com o Bruninho de fazermos novamente uma dinâmica com os tronsmons e a história da chapezinho amarelo, regatando o conhecimento deles sobre os bichos do acampamento. Percebi que a dificuldade é o desenho em si, representar o que pensa em forma de desenho.
OBS final, Já citei o Igor aqui, mas queria dividir a dificuldade que tivemos com esse grupo. Igor, Matheus e Diego. Eles mostram características bastante marcantes. Por exemplo, brincam de coelinho sai da toca (mesmo achando o jogo infantil), e querem ganhar dos pequenos, reclamam com os menores. No desenho, o Matheus nem se ligou no tronsmon e desenhou o que quis - uma caveira fumando um... É bem aquela conversa que tivemos sobre não ser criança e nem jovem, influências e força, na última sexta.
espero que não tenha ficado muito corrido, deixem os comentários necessérios, beijocas,
João pequeno.
MST - 25 anos de luta!!!!
"Eu suplico aos deuses e aos demônios que protejam o Movimento Sem Terra e a toda sua linda gente que comete a loucura de querer trabalhar, neste mundo onde o trabalho merece castigo. (yo suplico a los dioses y a los diablos que protejan al movimiento sin tierra, y a toda su linda gente que comete la locura de querer trabajar, en este mundo donde el trabajo merece castigo)."
Eduardo Galeano – escritor
"O MST é a mais democrática organização social que o Brasil tem ou que já teve. Não esquece as necessidades individuais de cada um dos seus integrantes como costumam fazer as organizações políticas e é capaz de conjugá-las com as necessidades mais amplas da luta pela terra. Não só da luta pela terra, mas da luta pela emancipação do Brasil. Não só do Brasil como nação, mas dos brasileiros como gente."
Augusto Boal - diretor artístico do Centro do Teatro do Oprimido do Rio de Janeiro
Eduardo Galeano – escritor
"O MST é a mais democrática organização social que o Brasil tem ou que já teve. Não esquece as necessidades individuais de cada um dos seus integrantes como costumam fazer as organizações políticas e é capaz de conjugá-las com as necessidades mais amplas da luta pela terra. Não só da luta pela terra, mas da luta pela emancipação do Brasil. Não só do Brasil como nação, mas dos brasileiros como gente."
Augusto Boal - diretor artístico do Centro do Teatro do Oprimido do Rio de Janeiro
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário