3/10/2009
Planejamento
Começar o Ciclo das Histórias de Boi
Fazer bois de caixa de papelão
Levar mais caixas de papelão, tinta, papel crepon, papel laminado, lantejoulas.
Músicas e figuras de boi
Contar a história do Boi de Recife
Fazer uma dança de Ciranda.
Dúvida a respeito de com quem fica o boi?
No inicio pensamos em deixar o boi cada semana na casa de uma criança, fazendo uma dinâmica de pauzinhos para decidir quem seria ela e depois ir junto na casa dos pais e explicar a necessidade do boi ser bem cuidado.
Mas depois, resolvemos deixar os bois, protegidos em plástico dentro da escola, para que eles estejam inteiros até o final do Ciclo, para que então eles sejam divididos entre as crianças.
Como estaremos durante este mesmo ciclo, fabricando brinquedos e instrumentos musicais de sucata, este material pode ficar com elas, suprindo a necessidade de alguma coisa mais individual.
Relato da Larissa
Chegamos ao acampamento por voltas das 9:30 hs, e poucas crianças estavam no barracão, principalmente as que moram próximo: Jonas e Juliana, a Alexandra logo chegou co o filho João Pedro, e outras que não lembro agora. Assim tivemos que chamá-las nos barracos, eu e Andréa fomos de carro e ficaram brincando com as crianças a Raquel, o Pedro e a Natasha. Demoramos 1 hora para passar nos barracos, mas foi muito bom porque muitas crianças apareceram, apesar de ter sido um pouco demorado, elas vieram, muitas tiveram que pedir autorização para os pais (no caso vi pedirem para as mães) assim, enchemos o carro com 13 crianças, entre os pequeninos e maiores! Nosso “ajeitamento” para fazer caber todo mundo dentro do carro foi assim: ( eles foram entrando pra falar a verdade): os meninos foram na frente e as meninas atrás, mas como ficou bem desconfortável, e quente, uma das meninas foi na frente (ela tomou uma atitude interessante, não sei se não queria ir muito desconfortável, ou não se constrangeu em ir com os meninos na frente, o Nicolas e o Lucas! (vc se lembra Andréia , acho que foi a filha da Lenira, a menor). Muitos pequeninos, o Samuel, Rafael, uma pequenininha lindinha demais, irmã de uma maior...(anotei os nomes em uma das folhas com estórias do boi!Chegamos no barracão e o pessal tinha brincado muito...foi sugerido brincarmos com as crianças que chegaram conosco , mas o tempo estava curto já e começamos a historia.
Acabei misturando várias que tinha lido, no carro( ai ai reunão de planejamento!!!)...mas creio que deu certo, elas ficaram atentas, inclusive os maiores. Os intérpretes incorporaram os personagens. Começamos contando que uma amiga tinha me convidado para escutar uma historia , mas simulei que não queria escutar! Mas minha amiga insistiu e perguntou se eu conhecia alguma historia de boi, remeti ás crianças a pergunta, algumas disseram que sim, outras ficaram sem responder nada, foram pegas de surpresa! Brinquei que a única história que conhecia era da música do “Boi Boi Boi, boi da cara preta, leva essa crianças que tem medo de careta”, tentei tocar o pandeiro junto, saiu bem torto, mas chamou a atenção....continuei a historia e disse que não gostava desse boi, e minha amiga “ fictícia” me disse que era um boi que era muito bem tratado que participava de uma festa, e que morava em uma fazenda. Nesse momento entraram os personagens....o Pedro, era o dono do boi e da fazenda, iria viajar, então pediu para dois camaradas tomarem conta do boi , a Natasha e a Raquel?, os camaradas, ficaram cuidando do boi...(Todos montaram suas falas em cima das historias que lemos, e saiu maravilhoso!Conseguimos entreter as crianças).
Em um momento passou o cobrador de impostos e cobrou os camaradas, como eles não tinham dinheiro, o fiscal, Andréa, disse que iria levar o boi. O diálogo dos camaradas com o fiscal foi bem legal, mas infelizmente não lembro....(Acho que temos que criar umas falar e montar um diálogo só para colocar nos relatos..rs!)
O dono da fazenda volta e pergunta do boi, mas os camaradas ficam com medo de dizer que o fiscal tinha levado o boi e ele poderia estar morto.(Acho que troquei a Andréa, ela vira o Sr. Da vida que ressucita o boi). Como o boi estava morto, a festa não poderia acontecer ( o Pedro disse que ia comer o boi...rsss), assim o dono da fazenda chamou um curandeiro ou médico , o sr. Da Vida, que morava alí perto ( acabei de me dar conta que seria legal tentar adequar as historias na realidade local), que salvava os animais e até fazia eles ressucitarem, assim sr. da Vida (Andréa) ressucita o boi e a festa poderá acontecer. O final foi meio truncado (acabou de repente!), mas foi bem lega...
Fizemos os combinados, algumas já tinham trabalhado com pintura da outra vez e seguiram os combinados, mas outras, principalmente os maiores são mais autônomos, e queria fazer do seu jeito, o que é normal, acredito! Separamos em grupos e as crianças menores ficaram em um grupo só ( bem , fui eu quem foi atravessando e pegando na mão dos pequeninos...sorte que alguém puxou a explicação que os menores são iguais aos outros e que só estavam em outro grupo porque são pequenos para assim não se machucarem, mas tb aprendem coisas diferentes dos maiores, que tem apenas mais experiência, não falei isso na hora, mas devia ter falado...)
O início foi tulmultuado na distribuição das tintas e quem ia pintar o que , talvez devemos pensar em outras alternativas...ex: se somos 5 e temos cinco grupos temos que dar um jeito de organizar o material antes e cada um ficar com um grupo e durante a atividade ajudar o grupo a se organizar! Também temos que arrumar mais potes de água e pano...elas ficam desesperadas depois que se sujam e querem lavar as mãos e enfiam as mãozinhas no potão...tb queria ter uma mãozinha porque dá uma aflição mesmo...Os bois foram ficando coloridos, algumas crianças maiores foram recortando os papéis, como a Joice, e precisava de caneta, foi um pouco complicado porque essa hora eu estava anotando os nomes e idades de quem estava aí a acabou que atrapalhei! O tempo estava bem curto e tivemos que ir direcionando a brincadeira para o final pq tínhamos que levar as crianças de volta! Tentei puxar um “teatrinho” pq eles já estavam bem dispersos, enquanto arrumávamos as coisas...Pedimos ajuda para pegar os restos de papel e os pequenos foram os que mais se prontificaram a ajudar! Bem, os maiores “brincaram de se pintar”, e corriam uns atrás dos outros, Mateus e Lucas (maior) causaram, a Tati e as outras até a “brincadeira de pintura” começar ficaram encostadas e sentadas com cara de “que chato”!
Mas foi muito legal, acho que nossa organização e preparação com as atividades estão bem desenhadas, mas creio que temos que fazer mais combinados para as situações que ficamos um pouco confusos...acho que por enquanto é só!!!
Planejamento
Começar o Ciclo das Histórias de Boi
Fazer bois de caixa de papelão
Levar mais caixas de papelão, tinta, papel crepon, papel laminado, lantejoulas.
Músicas e figuras de boi
Contar a história do Boi de Recife
Fazer uma dança de Ciranda.
Dúvida a respeito de com quem fica o boi?
No inicio pensamos em deixar o boi cada semana na casa de uma criança, fazendo uma dinâmica de pauzinhos para decidir quem seria ela e depois ir junto na casa dos pais e explicar a necessidade do boi ser bem cuidado.
Mas depois, resolvemos deixar os bois, protegidos em plástico dentro da escola, para que eles estejam inteiros até o final do Ciclo, para que então eles sejam divididos entre as crianças.
Como estaremos durante este mesmo ciclo, fabricando brinquedos e instrumentos musicais de sucata, este material pode ficar com elas, suprindo a necessidade de alguma coisa mais individual.
Relato da Larissa
Chegamos ao acampamento por voltas das 9:30 hs, e poucas crianças estavam no barracão, principalmente as que moram próximo: Jonas e Juliana, a Alexandra logo chegou co o filho João Pedro, e outras que não lembro agora. Assim tivemos que chamá-las nos barracos, eu e Andréa fomos de carro e ficaram brincando com as crianças a Raquel, o Pedro e a Natasha. Demoramos 1 hora para passar nos barracos, mas foi muito bom porque muitas crianças apareceram, apesar de ter sido um pouco demorado, elas vieram, muitas tiveram que pedir autorização para os pais (no caso vi pedirem para as mães) assim, enchemos o carro com 13 crianças, entre os pequeninos e maiores! Nosso “ajeitamento” para fazer caber todo mundo dentro do carro foi assim: ( eles foram entrando pra falar a verdade): os meninos foram na frente e as meninas atrás, mas como ficou bem desconfortável, e quente, uma das meninas foi na frente (ela tomou uma atitude interessante, não sei se não queria ir muito desconfortável, ou não se constrangeu em ir com os meninos na frente, o Nicolas e o Lucas! (vc se lembra Andréia , acho que foi a filha da Lenira, a menor). Muitos pequeninos, o Samuel, Rafael, uma pequenininha lindinha demais, irmã de uma maior...(anotei os nomes em uma das folhas com estórias do boi!Chegamos no barracão e o pessal tinha brincado muito...foi sugerido brincarmos com as crianças que chegaram conosco , mas o tempo estava curto já e começamos a historia.
Acabei misturando várias que tinha lido, no carro( ai ai reunão de planejamento!!!)...mas creio que deu certo, elas ficaram atentas, inclusive os maiores. Os intérpretes incorporaram os personagens. Começamos contando que uma amiga tinha me convidado para escutar uma historia , mas simulei que não queria escutar! Mas minha amiga insistiu e perguntou se eu conhecia alguma historia de boi, remeti ás crianças a pergunta, algumas disseram que sim, outras ficaram sem responder nada, foram pegas de surpresa! Brinquei que a única história que conhecia era da música do “Boi Boi Boi, boi da cara preta, leva essa crianças que tem medo de careta”, tentei tocar o pandeiro junto, saiu bem torto, mas chamou a atenção....continuei a historia e disse que não gostava desse boi, e minha amiga “ fictícia” me disse que era um boi que era muito bem tratado que participava de uma festa, e que morava em uma fazenda. Nesse momento entraram os personagens....o Pedro, era o dono do boi e da fazenda, iria viajar, então pediu para dois camaradas tomarem conta do boi , a Natasha e a Raquel?, os camaradas, ficaram cuidando do boi...(Todos montaram suas falas em cima das historias que lemos, e saiu maravilhoso!Conseguimos entreter as crianças).
Em um momento passou o cobrador de impostos e cobrou os camaradas, como eles não tinham dinheiro, o fiscal, Andréa, disse que iria levar o boi. O diálogo dos camaradas com o fiscal foi bem legal, mas infelizmente não lembro....(Acho que temos que criar umas falar e montar um diálogo só para colocar nos relatos..rs!)
O dono da fazenda volta e pergunta do boi, mas os camaradas ficam com medo de dizer que o fiscal tinha levado o boi e ele poderia estar morto.(Acho que troquei a Andréa, ela vira o Sr. Da vida que ressucita o boi). Como o boi estava morto, a festa não poderia acontecer ( o Pedro disse que ia comer o boi...rsss), assim o dono da fazenda chamou um curandeiro ou médico , o sr. Da Vida, que morava alí perto ( acabei de me dar conta que seria legal tentar adequar as historias na realidade local), que salvava os animais e até fazia eles ressucitarem, assim sr. da Vida (Andréa) ressucita o boi e a festa poderá acontecer. O final foi meio truncado (acabou de repente!), mas foi bem lega...
Fizemos os combinados, algumas já tinham trabalhado com pintura da outra vez e seguiram os combinados, mas outras, principalmente os maiores são mais autônomos, e queria fazer do seu jeito, o que é normal, acredito! Separamos em grupos e as crianças menores ficaram em um grupo só ( bem , fui eu quem foi atravessando e pegando na mão dos pequeninos...sorte que alguém puxou a explicação que os menores são iguais aos outros e que só estavam em outro grupo porque são pequenos para assim não se machucarem, mas tb aprendem coisas diferentes dos maiores, que tem apenas mais experiência, não falei isso na hora, mas devia ter falado...)
O início foi tulmultuado na distribuição das tintas e quem ia pintar o que , talvez devemos pensar em outras alternativas...ex: se somos 5 e temos cinco grupos temos que dar um jeito de organizar o material antes e cada um ficar com um grupo e durante a atividade ajudar o grupo a se organizar! Também temos que arrumar mais potes de água e pano...elas ficam desesperadas depois que se sujam e querem lavar as mãos e enfiam as mãozinhas no potão...tb queria ter uma mãozinha porque dá uma aflição mesmo...Os bois foram ficando coloridos, algumas crianças maiores foram recortando os papéis, como a Joice, e precisava de caneta, foi um pouco complicado porque essa hora eu estava anotando os nomes e idades de quem estava aí a acabou que atrapalhei! O tempo estava bem curto e tivemos que ir direcionando a brincadeira para o final pq tínhamos que levar as crianças de volta! Tentei puxar um “teatrinho” pq eles já estavam bem dispersos, enquanto arrumávamos as coisas...Pedimos ajuda para pegar os restos de papel e os pequenos foram os que mais se prontificaram a ajudar! Bem, os maiores “brincaram de se pintar”, e corriam uns atrás dos outros, Mateus e Lucas (maior) causaram, a Tati e as outras até a “brincadeira de pintura” começar ficaram encostadas e sentadas com cara de “que chato”!
Mas foi muito legal, acho que nossa organização e preparação com as atividades estão bem desenhadas, mas creio que temos que fazer mais combinados para as situações que ficamos um pouco confusos...acho que por enquanto é só!!!
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