MST - 25 anos de luta!!!!

"Eu suplico aos deuses e aos demônios que protejam o Movimento Sem Terra e a toda sua linda gente que comete a loucura de querer trabalhar, neste mundo onde o trabalho merece castigo. (yo suplico a los dioses y a los diablos que protejan al movimiento sin tierra, y a toda su linda gente que comete la locura de querer trabajar, en este mundo donde el trabajo merece castigo)."
Eduardo Galeano – escritor


"O MST é a mais democrática organização social que o Brasil tem ou que já teve. Não esquece as necessidades individuais de cada um dos seus integrantes como costumam fazer as organizações políticas e é capaz de conjugá-las com as necessidades mais amplas da luta pela terra. Não só da luta pela terra, mas da luta pela emancipação do Brasil. Não só do Brasil como nação, mas dos brasileiros como gente."
Augusto Boal - diretor artístico do Centro do Teatro do Oprimido do Rio de Janeiro



sábado, 4 de julho de 2009

Ciranda - Dia 04 de junho de 2009

Relato da ida ao acampamento Elizabeth Teixeira - Ciranda

Dia 04 de junho de 2009

Escrito por Natasha

Presentes: Larissa, Bruno, Natasha e Tamires
Chegamos ao acampamento perto das 10h. Fomos dar uma volta para chamar as crianças, como de costume. Demoramos um tempão pra conseguir reunir poucas delas, pois estavam dispersas. Ao caminhar percebemos que muitos barracos já haviam sido retirados/mudados, inclusive o do Ari.
Fomos pro barracão começar as atividades, mas de início haviam poucas crianças e a maioria pequenas. Cantamos "De abóbora faz melão...", fizemos o batizado mineiro falando o nome e gestos dos animais. Muitas delas ficavam com vergonha e não queriam ir pra frente da roda para a brincadeira. Depois (ou antes da brincadeira, me perdi um pouco na ordem das coisas), chegou o Richard com um cavalo e, se não me engano, o Matheus de bicicleta. Aí foi um fuzuê. O Bruno tentando fazer o Richard tirar o cavalo lá de dentro, e o Matheus ir andar de bicicleta em outro lugar. Outra hora também entrou mais alguém cavalgando a "Faísca" (a égua que é do Zetão e que estava com o Richard) um pouco rápido e atrapalhou a atividade também. Nisso chegaram mais crianças que ao longo da atividade foram saindo e voltando.
Brincamos de pega-pega ajuda e pega-pega corrente. Essa foi a hora que mais tinha gente. A Tamires trouxe mais umas crianças novinhas para brincar. Depois de corrermos um pouco, como haviam mais crianças, tentamos fazer as brincadeiras de roda de novo. Mas foi bem difícil manter a roda, uma vez que haviam muitos pequenos que não compreendiam a brincadeira (e que mal falavam), soltavam a mão o tempo todo, e outros maiores que corriam muito, enquanto os pequenos não conseguiam andar direito. Mais uma vez aquela história da dificuldade de lidar com os pequenos e da divisão das atividades.
Depois foi a hora da história. Lemos um livro da Quel, "Leo e A........." (esqueci o nome da galinha). A história de um porco que se apaixona por uma galinha e que tenta de tudo para fazê-la prestar atenção nele. Pede então a ajuda de todos os animais que conhece para descobrir como conquistá-la. A galinha nem presta atenção nele. Só quando ele é ele mesmo (um porco, que chafurda na lama), a galinha o nota. A Lari leu a história e foi muito bom! Ela leu devagarzinho mostrando as figuras e depois fez uma releitura com as crianças através das imagens, puxando uma conversa sobre a mensagem do livro. Elas ficaram super atentas.
Depois fomos para a atividade de artes. Colocamos as pranchas de madeira no chão e quatro cartolinas, que foi o suficiente. (ao longo da atividade, a média de crianças era de 10 a 15, na hora dessa atividade foi um pouco menor). Elas desenharam com lápis preto para depois pintar os desenhos de animais que haviam feito. A Ju fez uma pulga, o Rick, uma aranha, a Joyce um patinho e uma borboleta. As outras crianças também fizeram patos e borboletas, quase todas. Não sei quem fez primeiro e quem copiou. Demorou um tempão para elas terminarem, pois queriam fazer um monte desenhos antes de pintar. Depois cortamos e colocamos nos palitinhos para virar uma espécie de "fantoches". A Dienifer fez uma baleia e escreveu um poema, que ficou com vergonha de ler para os outros. Depois de cortados, pedimos às crianças que nos contassem a historia daqueles bichos, o que eles faziam, quem eram, da onde tinham vindo. Essa parte foi bem difícil, pois a maioria não queria contar nada sobre os bichos, alguns por timidez, outros porque alegavam que "o bicho não tinha história". Tentamos um bom tempo até vermos que não iríamos muito longe. Nos despedimos e avisamos que iríamos entrar em férias e voltaríamos só em agosto.

PS: fazia um tempão que a Jéssica não aparecia, desde que havia mudado pro lote. Hoje ela participou da atividade.
Parece que a catequese/escola dominical mudou de horário, iria ser hoje, as 15h00.

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