24/10/2009
Planejamento
História do boi-mamão – SC
Usar os instrumentos e cantar uma música
Confecção de brinquedos de sucata
· oficina de brinquedos
Þ binóculo
Þ bambolê
Þ bolinha de pano
Þ boneco de pano
Þ peteca
Þ cavalo de pau
Þ pipa
Þ boi (caixa de papelão)
Þ Visita da Casa Guadalupana
Relato da Natasha
Planejamento
História do boi-mamão – SC
Usar os instrumentos e cantar uma música
Confecção de brinquedos de sucata
· oficina de brinquedos
Þ binóculo
Þ bambolê
Þ bolinha de pano
Þ boneco de pano
Þ peteca
Þ cavalo de pau
Þ pipa
Þ boi (caixa de papelão)
Þ Visita da Casa Guadalupana
Relato da Natasha
Fomos eu, Ana Maria, Gordo, Humberto de Araras, Tira, Tomas. Os três últimos foram para uma conversa com a Telma, enquanto os três primeiros pra ciranda.
Chegamos no acampamento e o pessoal da casa Guadalupana já estava nos esperando no barracão (também tinham chegado fazia pouco tempo).
Estávamos eu e o gordo, a Ana estava com os meninos e a Telma. nos cumprimentamos e ai chegou a Clarisse que levou o pessoal pra dar uma volta pra conhecer o espaço. Fomos até a linha do trem e nesse meio tempo foram aparecendo algumas crianças. A idéia era levar o pessoal pra conhecer o acampamento e ir chamando as crianças pelo caminho. Fizemos isso na volta eu, a Samara. Voltamos pro barracão (a Ana já tinha se juntado a nos no meio do caminho) e tentamos contar a historia do boi - de - mamão. Levamos a historia, o mapa com o estado de Santa Catarina, que eles reconheceram, circulado, e algumas imagens com os personagens da historia. Tentamos fazer uma roda de apresentações junto com o pessoal da C.G., mas as crianças como sempre estavam super envergonhadas, algumas das crianças/adolescentes da C. G. não participaram.
Depois das apresentações começamos a contar a historia do boi. O gordo estava fazendo uma trilha sonora no violão, uns meninos estavam com pandeiro. A idéia era que elas fossem os personagens da historia e imitassem as ações que eram faladas na historia. Elas logo pegaram as imagens com os personagens, mas na hora de representar qualquer coisa que fosse, elas não o faziam. Ficavam apenas no centro da roda. (claro, ilusão nossa que elas iriam se soltar na frente de pessoas desconhecidas, sendo que elas já não se soltam perto das conhecidas. não tínhamos pensado nisso).
Ah! Antes disso, tentamos relembrar a historia do Boi de Pernambuco e do Maranhão. Elas não lembravam de nenhuma, então eu relembrei a do boi de Pernambuco, já que eu estava no dia, mas ninguém lembrava a do boi do Maranhão, nem nos, nem as crianças.
Antes do antes, quando eu havia dito pra uma delas que iríamos contar a historia do boi, a notícia não foi bem recebida. Acho que elas já estão cansada das mesmas historias, que mesmo que sejam diferentes em alguns aspectos, são muito semelhantes e, pra elas, acabam sendo a mesma coisa.
Depois de contar a historia, o pessoal da Casa Guadalupana foi fazer pipa com elas. De novo, nem todos do pessoal deles estavam participando e nem todas as crianças "nossas" estavam fazendo as pipas. Muitas estavam correndo e brincando de outras coisas. O espaço que havia (uma mesa que acho que a Alexandra trouxe) era bem pequeno pra quantidade de pessoas que tinham, e estava ventando muito, o que fazia com que aquelas sedinhas coloridas de fazer pipa ficassem voando o tempo todo.
No meio da feitura da pipa, o pessoal entregou um presente pras crianças (todas elas, por sinal não sei como elas estão fazendo pra dividir o jogo). Era um jogo de sumo de bonequinhos que elas jogavam batendo (socando literalmente) a mesa ate que um dos jogadores caísse fora do circulo. Elas ficaram um tempão, ate o final da atividade, jogando esse joguinho.
O pessoal também trouxe outros brinquedos individuais, todos feitos de material reutilizado, que entregaram pra elas também. Isso foi no meio da atividade da pipa, que continuou depois da entrega dos brinquedos, até que todos os que estavam fazendo as pipas terminassem e o pessoal guardasse os materiais para ir embora.
Quando eles estavam indo, a Mari veio me contar que eles tinham levado também uma sacola com colares pra distribuir pras meninas e que a Natalia tinha pegado quase tudo e levado pra casa sem dividir com as outras meninas. Pouco tempo antes algumas crianças tinham me dito isso, mas achei que fosse alguma briga boba das que elas têm às vezes. Ai eu fui na casa da Natalia pra conversar com ela e pedir pra ela devolver os colares e dividir com as outras meninas. Foi muuuito difícil. Assim que eu cheguei lá ela se escondeu dentro do barraco e eu tive que pedir pra mãe dela pra entrar e conversar com ela. Falei que o pessoal tinha levado os colares pra todo mundo e que ela não podia pegar só pra ela, que ela tinha que dividir com as outras meninas. Ai ela começou a chorar e não parou nem depois que eu fui embora. Expliquei pra ela que não precisava chorar, que ninguém estava brigando, nem estava brava com ela. Que a gente só queria que todo mundo pudesse ter o colar. Mas não adiantou, ela continuou chorando.
Aí ela disse que não queria mais nenhum colar, pra eu levar tudo, inclusive os brinquedos dela. Falei que ela podia escolher um pra ela ficar, e que eu não iria levar os brinquedos dela. eu escolhi um colar pra ela, porque ela nao quis escolher. Os irmãos dela também pegaram um e depois levei pras crianças que ainda estava no barracão o que tinha sobrado dos colares.
Depois disso recolhemos os lixos que ficaram no chão. Conversamos sobre a reunião dos meninos e da Telma (mas acho que o tira pode dizer melhor, se já não escreveu nada) e fomos embora.
Acho que foi mais ou menos isso. Ana e Gordo, me complementem/corrijam se faltou algo!
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